terça-feira, 17 de junho de 2014

Dez tendências do Fashion Rio para o verão 2015

Apresentamos dez modismos que se destacaram nas coleções desfiladas na Marina da Glória. Veja as apostas das grifes e saiba desde já o que vai bombar no verão 2015
por Louise Peres - Veja Rio 
 
Enquanto as temperaturas mal começaram a cair e os cariocas sequer tiveram tempo de tirar os casacos do armário, a turma fashion já aponta o que vai fazer a sua cabeça no próximo verão. De olho nas criações das dezessete grifes que cruzaram as passarelas do Fashion Rio, elegemos os principais candidatos a queridinhos da estação preferida dos cariocas.
 
1 – AMARELO E LARANJA
A energia vibrante das cores que têm a cara do verão ganhou espaço nas coleções de várias grifes da semana de moda carioca. Cantão, Salinas e TNG, por exemplo, apostaram nos tons quentes.
 
 
2 – AZUL CELESTE
Ou azul bebê, como você preferir. O tom pastel, discreto e elegante, pintou em várias peças de marcas como Maria Filó, TNG e Victor Dzenk. Vai pegar.
 
 
3 - ESTAMPAS BICOLORES
Belas estampas, com a predominância de duas cores. A tendência surgiu na moda praia da Salinas, na Espaço Fashion e na Osklen Praia.
 
 
4 – TECIDOS FLUIDOS
Para conferir às peças a leveza exigida pelas altas temperaturas do verão carioca, nada melhor do que tecidos fluidos. Cortes amplos valorizam o caimento das peças.
 
 
5 – LISTRAS
Clássicas e atemporais, elas ganham roupagem colorida no verão 2015. Espaço Fashion, Patricia Viera e Maria Filó investiram na tendência.
 
 
6 – PANTALONAS
Formas amplas seguem em alta com a aposta em pantalonas feita por grifes como Ausländer, Oh, Boy e Osklen Praia.
 
 
7 – SAIAS MÉDIAS
Nem curtinhas, nem longas. As saias médias estarão com tudo na próxima temporada de calor. O resultado é um visual fresco e elegante, com um pé no retrô.
 
 
8 – ÓCULOS ARREDONDADOS
Oclinhos redondos conferem charme e modernidade ao visual. Pode investir neles sem medo –a peça, aliás, já foi adotada por muitos fashionistas que circularam pela Marina da Glória.
 
 
9 – TECIDOS NATURAIS
Um toque rústico apareceu nos desfiles de Lenny Niemeyer e Cantão. A aposta em tecidos naturais como o linho deixou os looks leves e ao mesmo tempo sofisticados.
 
 
10 – MAXIBRINCO
Os maxibrincos apareceram em vários desfiles, com um detalhe: o ornamento é usado em apenas uma orelha, criando um resultado assimétrico e interessante.
 
 

Fonte: http://vejario.abril.com.br/especial/dez-tendencias-fashion-rio-verao-2015-779814.shtml

segunda-feira, 16 de junho de 2014

"O lucro para grifes de moda está fora do eixo Rio-SP"

Em entrevista concedida a Revista Exame, Emanuel Chirico, presidente do conglomerado de moda PVH, dono das marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger, diz que só há um jeito de ganhar dinheiro no Brasil — fugindo de São Paulo e Rio São Paulo - Nenhuma grife internacional tem tantas lojas no Brasil quanto a americana Calvin Klein. Seus 97 pontos de venda e as 2 000 butiques multimarcas que a atendem vendem estimados 750 milhões de reais em produtos da marca. Esse tamanho todo é resultado de uma estratégia de expansão bastante peculiar.
Enquanto a concorrência se estapeia para conquistar o consumidor de alguns bairros de São Paulo e Rio de Janeiro, a Calvin Klein decidiu desbravar o país. Do total, 71 lojas estão fora do eixo Rio-São Paulo, em cidades como Macapá, Teresina e São Luís.
A marca pertence há 11 anos ao conglomerado PVH, cujo faturamento triplicou nos últimos cinco anos (hoje é de 8 bilhões de dólares). A PVH também é dona da marca Tommy Hilfiger, que fechou no ano passado um acordo com o grupo de moda brasileiro Inbrands — o qual será responsável pela gestão da marca no país por dez anos. Em visita recente ao Brasil, Emanuel Chirico, presidente da PVH, diz que é impossível ganhar dinheiro apenas com um punhado de butiques nos endereços mais elegantes do país.
 
EXAME - A Calvin Klein veste atrizes como Jennifer Lawrence e Gwyneth Paltrow nas cerimônias do Oscar e, ao mesmo tempo, vende calças jeans no interior do Brasil por menos de 200 reais. Qual é a lógica?
Emanuel Chirico - Temos um estilista brasileiro, Francisco Costa, no comando da linha mais luxuo­sa, que aparece na semana de moda de Nova York e nos tapetes vermelhos de Hollywood. Mas esse negócio representa apenas 2% ou 3% de nossa receita. Ganhamos dinheiro mesmo vendendo jeans, roupas para praticar esportes e lingerie por preços mais acessíveis. É claro que o braço de luxo ajuda na construção da marca, mas estamos longe de ser uma Gucci ou uma Louis Vuitton. Nunca quisemos ser uma marca exclusiva de luxo.
 
EXAME - Por isso o senhor abre lojas em cidades esnobadas pelas outras grifes internacionais?
Emanuel Chirico - Eu estou no Brasil para vender grandes volumes e ganhar dinheiro. É impossível fechar no azul com meia dúzia de butiques em São Paulo e Rio de Janeiro, como nossos concorrentes internacionais estão fazendo nos últimos anos. Nossa margem de lucro aqui, antes dos impostos, é de 20%, em linha com o que temos em outros países, graças à expansão geográfica. Pretendemos estar em todas as capitais do país. Hoje, só não temos lojas em Palmas e Boa Vista. Recife, Fortaleza, Salvador e São Luís são grandes mercados para nós.
 
EXAME - Desbravar tantos mercados ao mesmo tempo não é arriscado?
Emanuel Chirico - Em vez de me aventurar em um novo país, prefiro fechar parcerias com empresas que conheçam melhor o mercado local. A operação brasileira era tocada por uma licenciada nossa, a Warnaco, que acabamos comprando em 2013. Adotamos a mesma estratégia com outra marca nossa, a Tommy Hilfiger, que em 2013 foi licenciada para a Inbrands por dez anos. O trabalho de desenvolvimento da marca no Brasil está nas mãos deles. Se der certo, poderemos assumi-la de volta após o fim do contrato, quando a marca já estiver mais conhecida.
 
EXAME - Os brasileiros são muito diferentes dos consumidores de outros países?
Emanuel Chirico - Descobrimos que o brasileiro que entra na loja da Calvin Klein em Nova York ou em Miami não vê graça no que vendemos, porque acha tudo básico demais. Para cair no gosto de vocês, tivemos de aplicar brilho nas roupas, colocar zíper que chama a atenção na jaqueta e, nas calças, tachas. Outra diferença: aqui a coleção muda de três em três meses, porque precisa haver novidade sempre. Nos Estados Unidos, a mesma coleção fica seis meses na loja. São coisas que levamos algum tempo para aprender. E a gente só consegue operar assim no Brasil porque produzimos 90% das peças aqui e em países vizinhos. Se dependêssemos de importação da China, como alguns concorrentes, não teríamos os produtos certos, e a conta não fecharia.
 
EXAME - A fase de maior crescimento da Calvin Klein aconteceu depois da saída de seu fundador, em 2003. Como vocês mantiveram a essência do negócio sem a figura dele?
Emanuel Chirico - As três pessoas-chave da equipe de criação foram contratadas pelo próprio Calvin Klein e seguiram na empresa. São o brasileiro Francisco Costa, estilista da coleção de luxo feminina, Italo Zucchelli, que assina a coleção masculina, e Kevin Carrigan, à frente do jeans e do que vendemos em volume. Eles entendem o DNA da marca como ninguém.
 
EXAME - O maior crescimento para as grifes globais de moda vai continuar a vir dos países emergentes?
Emanuel Chirico - Nos próximos dez anos, as marcas de moda vão ficar ainda mais globais, com Brasil e Ásia ocupando uma porção maior dos negócios. Temos muitas oportunidades para ocupar espaços em branco nesses mercados. No Brasil, vamos trazer para as lojas, em breve, novas linhas de produtos, como ternos e camisas sociais, roupas esportivas e itens para a casa. Esperamos ver uma consolidação dentro da indústria, já que todas as empresas olham para expansões fora de seu mercado de origem. É da diversificação de países e de mercados que virá o crescimento

sexta-feira, 13 de junho de 2014

ABIT MOSTRA IMPACTO DA COPA NO SETOR TÊXTIL

Em abril e maio, o varejo não respondeu como esperado.

Sobre os impactos da Copa no setor têxtil e de confecção brasileiro, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção ( Abit ) comunicou nesta quarta-feira que,  no primeiro trimestre desse ano, havia uma boa expectativa referente à Copa o que gerou uma pequena antecipação de encomendas que, somada à vendas do alto verão, resultaram numa produção física positiva nas confecções.
Contudo, em abril e maio, o varejo não respondeu como esperado. A queda no índice de confiança do consumidor resultou em menos encomendas, mesmo próximo da Copa. O resultado foi a queda da produção física nos dois meses seguidos. Soma-se a isso, que boa parte das encomendas já tinham sido feitas aos asiáticos.
Em levantamento pelo Siscomex/MDIC, comparando-se a atual Copa com a última, em 2010, o volume de importação de camisetas de malha mais que dobrou nos períodos idênticos de janeiro a maio, saltando de 1.460 toneladas para 3.100 toneladas. Segundo informação oficial da Associação dos Exportações de Bangladesh, as vendas deste ano de camisetas subiram 14% em função do mundial.
Ainda assim, muitas confecções  brasileiras se inspiraram na Copa para lançar produtos, mas em pequenas quantidades que não chegaram a reverter o quadro negativo de produção física.
Por fim, é preciso informar também que, tradicionalmente, o volume adicionado na produção têxtil e de confecção no Brasil que uma Copa proporciona gira em torno de 5% a 10% (menos que dia da mães e final de ano). Esse evento mundial, como se sabe,  causa impacto considerável  principalmente nas vendas de bebidas e eletrodomésticos, especialmente televisores. Ao lado os dados comparados de produção física.
Em jan-abr de 2014 houve queda de 1,8% na Indústria de Transformação, queda de 6,9% no segmento Têxtil e crescimento de 0,8% no Vestuário. (Base: Igual período do ano anterior).
No mês de abril em 2014 a Produção Física do setor têxtil teve queda de 0,1% e houve queda de 1,6% no vestuário. (Comparando abr/14 com mar/14).
No comparativo abr.14/abr.13 o setor têxtil apresentou queda de 11,8% e o vestuário apresentou queda de 6,7%.
Fonte: Agência Último Instante
Para ler notícias em tempo real, acesse: http://www.ultimoinstante.com.br
Follow us: @uinstante on Twitter | UltimoInstante on Facebook

INTERIOR DO BRASIL GASTA R$ 36 BI EM ROUPAS

É o que mostra a pesquisa encomendada pelo Sebrae e cujos resultados foram divulgados no dia14 de maio.

A fim de entender o comportamento de consumo dos moradores de cidades do interior do país, o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) encomendou pesquisa que mostra mercado com potencial de gastos de R$ 827 bilhões por ano, dos quais R$ 36 bilhões são destinados à compra de vestuário e confecções. A maior fatia dos gastos totais – R$ 265 bilhões – vai para a reforma da casa, revela a pesquisa, que teve parte dos resultados divulgada ontem, 14 de maio.
Para compor esse recorte do interior brasileiro, a pesquisa não incluiu 919 cidades que compõem regiões metropolitanas, como Guarulhos, ou municípios bem grandes, como Campinas. Resultou em um grupo de 4.619 cidades, das quais 4 mil têm até 50 mil habitantes, onde vivem 94,3 milhões de pessoas, ou seja, praticamente metade da população brasileira, indica o Instituto Data Popular contratado para realizar a pesquisa.
Segundo o Sebrae, o estudo confirma a existência de um mercado promissor para os pequenos negócios. “Além disso, a pesquisa mostrou que os consumidores no interior definem suas compras principalmente com base no preço e na qualidade e dão menos importância à marca”, declarou o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. O potencial de gastos desse universo corresponde a 38% do total de consumo do Brasil, aponta a pesquisa.
 
Fonte: http://www.gbljeans.com.br/noticias_view.php?cod_noticia=5288

quinta-feira, 12 de junho de 2014

SUSTENTABILIDADE - Invista anuncia Lycra® produzida a partir de fontes renováveis


 No último dia 6, a Invista, uma das maiores produtoras de polímeros e fibras do mundo e detentora da Lycra®, anunciou sua nova fibra: um fio de Lycra® produzido a partir de fontes naturais e que pode ser usado numa vasta produção de tecidos e roupas. Cerca de 70% do peso dessa nova fibra é formada por derivados de dextrose de milho, fonte renovável e que substitui o poliuretano, derivado do petróleo. O uso da Lycra® bio-derivada resulta em uma diminuição das emissões de CO2, além de mostrar-se uma boa opção para substituir 100% a fibra tradicional de poliuretano. 
Invista anuncia Lycra® produzida a partir de fontes renováveis

Apesar da mudança em sua composição, essa nova opção de fibra pode ser submetida aos mesmos tratamentos da Lycra tradicional e a empresa garante a mesma qualidade e durabilidade do fio. Arnaud Tandonnet, diretor global de sustentabilidade da divisão de vestuário da Invista, sobre o lançamento: “Nós estamos cientes que tópicos relacionados à sustentabilidade são cada vez mais importantes dentre os valores da indústria de tecidos e vestuário, com a crescente conscientização da população e construção sobre o assunto ao nível do consumidor, marca e varejo. Dentro dos nossos laboratórios, nós obtivemos sucesso em produzir a fibra e aplicá-la em tecidos. A produção em quantidades comerciais está planejada para a temporada de outono/inverno 2014 e primave/verão 2016”. 

Não é segredo que a indústria têxtil deixa enormes pegadas de emissões de carbono, além de outros prejuízos ecológicos, e que uma atitude isolada não salvará o planeta, porém é importante o comprometimento e a pró-atividade das pequenas e grandes indústrias para com as questões ambientais. Esse novo lançamento da Invista compartilha da mesma ideia do último lançamento sustentável da Rhodia e sua poliamida biodegradável. 

Fonte | Assinatura: MARINA COLERATO | FOTO: REPRODUÇÃO

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Brasil e África são as inspirações para o Verão 2015

O Brasil inegavelmente é a bola da vez em meio a Copa do Mundo e às Olimpíadas que acontecem em 2016, por isso, nada mais natural que o olhos se voltem para toda a nossa natureza exuberante com a fauna, flora, paisagens marítimas e a cidade do Rio de Janeiro como destaque. Essa é a principal tendência apresentada para o Verão 2015 durante a 43 edição do Senac Moda Informação. As multietnias passeiam ainda pela África e seus tons terrosos, estampas de bichos e formas alongadas, mas há espaço também para arte geométrica do México e Peru. Os outros temas mesclam o romantismo e a sensualidade dos anos 20 em tecidos fluídos, transparências, babados, fitas, rendas e tons assovertados. E, por último, a tecnologia dos tecidos em looks inspirados no sportswear que já invadiu looks funcionais, com um quê futurista e toques do grafite em tons clássicos e urbanos como preto, branco, cinza e vermelho.

O evento em novo formato apresentou palestras mais compactas com profissionais de renome e a exposição de 70 looks pesquisados no mercado europeu, além de 25 peças em jeans com apoio da GB Lavanderia.

Conheça as apostas dos principais segmentos.

No feminino jovem a consultora Denise Morais destaca a sensualidade em vestidos mais ajustados, o toque esportivo em peças em neoprene, o colorido das etnias e o romantismo em tons suaves com inspiração nas lingeries. Peças-chave da estação: os tops croppeds, batinhas com bordados, rendas e tule na cor branca, camisetas com frases de efeito ou lúdicas, saias skaters, macaquinhos, macacões e estampas que passeiam entre os florais, principalmente a margarida, boquinhas, corações e o rosto do tigre. O jeans pode vir no delavê com marmorizados e as sarjas colors invadem calças e shorts com bordados e cintura no lugar.

No jeanswear feminino, o consultor Itaguaçu Ferreira aborda a importância do “denim art” com um forte trabalho de lavanderia em calças boyfriend ou skinnies. As várias tonalidades de azuis recebem tratamentos diferenciados valorizando as peças e conferindo ares luxuosos. A estamparia e as texturas vêm muito forte juntamente com os efeitos vintage como destroyers, desgastes, puídos, remendos, patchs e detalhes como couro, tachas, lantejoulas, correntes. Destaque para os resinados, metalizados, malha com aspecto denim com cara de moletom e inúmeros beneficiamentos e o denim raw somente amaciado que remete ao início do jeans.

No masculino o consultor Maurício Lobo destaca peças slims, malhas diferenciadas, detalhes e desgastes. As bermudas em sarja são mais justas e curtas e ganham uma infinidade de cores e estampas. E, o jeans vem com mistura de tecidos como a sarja, couro ou moletom.

 Sena Moda Informação - Verão 2015 - GB Lavanderia  Sena Moda Informação - Verão 2015

Sena Moda Informação - Verão 2015  Sena Moda Informação - Verão 2015



Fonte | Assinatura: VANESSA DE CASTRO | FOTOS: EQUIPE GUIA JEANSWEAR

terça-feira, 10 de junho de 2014

Tendência: Jeans curto e navalhado

O jeans nunca perde sua majestade, a tendência de inverno dita modelos mais curtos, com barras dobradas e pernas navalhadas para os dias mais frios da temporada. Quanto a modelagem, vale tudo: boyfriend, skinny e calçar com corte mais reto dividem os holofotes, desde que mantenham o ar "detonado".

Os modelos, constantemente vistos nas ruas de Nova York, Milão e Londres, fica bem com produções com toque masculino, botinhas (ankle boots ou modelos mais agressivos), saltos e super casacos.