quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

INVERNO 2015: CONFIRA OS DESTAQUES DA SEMANA DE MODA NOVA-IORQUINA

Enquanto por aqui o calor não dá trégua, nas passarelas do Mercedes-Benz Fashion Week tudo indica que o próximo inverno será bem rigoroso. Basta ver a alfaiataria em cores escuras, as peles e os casacos pesados dos desfiles de Jason Wu, que contou com a brasileira Adriana Lima na abertura do desfile, e de Helmut Lang, com suas jaquetas volumosas. Na contramão, a americana Kate Spade deu um tom fun, apostando em uma coleção jovem e colorida. O destaque fica para a sua bolsa-leque que, numa brincadeira fresh, tem tudo a ver com os looks tropicais do momento.

Kate Spade / Helmut Lang / Jason Wu 
Entre os acessórios-desejo do dia, vale prestar atenção na bolsa quadradinha e nos sapatos com cadarços e salto confortável da Lacoste. Em tons sóbrios, como bordô e azul-marinho, com certeza serão bons aliados de looks elegantes no próximo inverno.

Desfile Lacoste
Já, o desfile do estilista Prabal Gurung, teve uma visitinha surpresa. Vestindo quase nada – leia-se uma coroa dourada, uma cueca e meias vermelhas – , um intruso caminhou com pressa pela passarela desviando das modelos. Ninguém sabe qual foi o objetivo, mas se a ideia era atrair os holofotes, deu certo! Só não conseguiu ofuscar o brilho do desfile, repleto interesantes saias-envelope e casacos de pele deslumbrantes.

Intruso na passarela de Prabal Gurung
Fonte: http://elle.abril.com.br/materia/destaques-semana-de-moda-inverno-2015-nyfw

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A identidade da moda carioca

Moda carioca conquista ao vender o que a mulher quer usar.

"O Rio de Janeiro vive uma antropofagia comportamental", começa Robert Guimarães, um dos idealizadores do evento Rio Moda Hype, para explicar o que define como 'borogodó' carioca.
Ele se refere ao termo modernista que significa absorver as influências e misturá-las com sua própria personalidade. Um dos destinos turísticos mais famosos do mundo, a "Cidade Maravilhosa" reúne milhares de visitantes que deixam um pouco de suas referências nas areias, e são posteriormente incorporadas ao cotidiano de seus moradores num turbilhão de estilos.

Agilitá / Corporeum / FYI


Formas amplas e estampas fortes estão entre as características marcantes da moda carioca, que faz sucesso em todo o país.

Cropped branco com calça reta estampada Corporeum

Vestido com estampa de conchas FYI

Vestido coral com estampa floral - FYI

Vestido com estampa meio a meio - Corporeum

Vestido com estampa do pôr do sol - Wollner

Vestido com estampa de paisagem - Agilità
Com isso, e somando-se uma irreverência característica, formam um estilo de vida leve e com personalidade, desejado por pessoas de outras regiões e países. A moda reflete esse movimento por meio de estampas coloridas e modelagens que caem bem no corpo da brasileira. O diretor de conteúdo da Luminosidade (empresa responsável por SPFW e Fashion Rio), Augusto Mariotti, defende a bandeira do estilo 'carioquês' e o define como: "roupas leves, capazes de traduzir este clima carioca, uma excelente mistura entre o urbano e a moda praia".

Para Guimarães, as marcas observam as tendências e acertam naquilo que as mulheres querem usar. "Não estou dizendo que aqui se faz uma moda comercial, mas uma moda real. Os bons estilistas sabem buscar referências fora e são muito criativos, mas fazem roupas para a consumidora, não só pensando no seu próprio umbigo", afirma.

O diálogo bem sucedido entre orla e cidade faz com que marcas como a Farm, Osklen e Animale conquistem também o coração de habitantes de cidades como São Paulo, suposto polo de ritmo oposto ao Rio. "A moda carioca ampliou sua presença no território nacional e ganhou projeção no exterior com abertura de lojas próprias e venda em multimarcas", diz Mariotti.
Os grandes eventos esportivos que aterrissam no Brasil nos próximos anos são uma potente vitrine que pode ser aproveitada também pela moda. Mariotti ainda diz que, os estilistas que absorverem essa cultura podem se beneficiar muito desse momento, em que os olhares nacionais e internacionais estarão voltados para o Rio de Janeiro. "As marcas que souberem ver a cultura brasileira, trabalhar as características da cultura nacional - cores, estampas, sensualidade - e traduzir tudo isso em moda vão ganhar mais destaque", aposta.

Fonte: http://www.ararunaonline.com

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Estabilidade do dólar deve beneficiar atividade têxtil

O presidente do Sindicato da Indústria de Tecelagem e Fiação do Estado de Minas Gerais (Sift-MG), Fabiano Soares Nogueira, avalia que a previsão de estabilização do dólar, entre R$ 2,40 e R$ 2,50, dará um novo fôlego ao setor ao longo de 2014. "Havia uma valorização excessiva do real e com com esse câmbio haverá um freio na entrada de produtos importados", acredita.

A título de exemplo, ele cita pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), que mostra um crescimento significativo das importações nos últimos quatro anos, superando as variações da produção nacional. Os dados de 2013, no entanto, referem-se somente ao período de janeiro a novembro.

Em 2010, enquanto o setor têxtil cresceu 4,33% em relação ao ano anterior, o segmento de vestuário e acessórios teve um incremento de 7,17%, as vendas no varejo subiram 10,62% e as importações tiveram aumento de 39,3% no mesmo período. Essa participação dos importados no comércio brasileiro de têxteis aumentou ainda mais em 2011, começando a recuar somente em 2012 e 2013, quando a desvalorização do real foi mais acentuada do que nos anos anteriores.

Em 2011, o crescimento do setor têxtil foi considerável, com variação positiva de 14,88% em relação a 2010, de 4,4% no segmento de vestuário e acessórios e de 3,58% no varejo, enquanto as importações subiram 41,22%. Em 2012, a entrada de produtos estrangeiros continuou elevada, mas em menores patamares. Enquanto o setor têxtil cresceu 4,2%, o segmento de vestuário e acessórios aumentou 10,46%, o varejo subiu 3,39% e as importações expandiram 19,59%.

Em 2013 os resultados de produção e importações ficaram relativamente equilibrados, embora com índices bem modestos para a indústria brasileira. O setor têxtil teve uma variação de apenas 1,82%, pouco menor do que a do segmento de vestuário e acessórios, de 2,43%. As vendas no varejo aumentaram 3,41% em relação a 2012, enquanto as importações ainda cresceram 6,5%.

Por Andréa Rocha

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO DO PARANÁ TERÁ DE INVESTIR EM INOVAÇÃO PARA VENCER CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

A conclusão surgiu de um mapeamento do setor no estado, encomendado pela Fiep por meio de seu Conselho Setorial

O Conselho Setorial da Indústria do Vestuário da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) encomendou um estudo de competitividade do setor no estado. A pesquisa, realizada pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), levou quatro meses até ser concluída e trabalhou com uma amostragem de mais de 360 empresas – de micro, pequeno, médio e grande portes – de um universo de cerca de 2.500 indústrias.

A pesquisa mapeou nove polos no estado – Grande Curitiba, Maringá, Cianorte, Londrina, Francisco Beltrão/Ampére, Cascavel, Apucarana, Terra Roxa/Altônia e Siqueira Campos – e apontou a vocação de cada uma dessas regiões.
De acordo com o estudo, os principais pontos fortes do Paraná são a alta produtividade do setor, a integração entre os industriais e a localização estratégica do estado. “O sul e o sudeste do país são as duas regiões com os maiores índices de consumo de vestuário. A facilidade de escoamento da produção e a proximidade desses centros são fundamentais para o desenvolvimento do setor e podem ser mais aproveitadas”, revelou o diretor do Iemi, Marcelo Villin Prado.
Prado também apontou possíveis caminhos para o fortalecimento da indústria do vestuário no estado. “O Paraná precisa criar clusters produtivos, com empresas do setor têxtil que possam atender a demandas de inovação e diversificação. É preciso atrair parceiros fortes desse setor, para que haja desenvolvimento e diferencial competitivo em relação à produção importada, de baixo custo, porém de pouco valor agregado”, alertou.

O coordenador do conselho do Vestuário, Marcelo Surek, vai utilizar o mapeamento para traçar um plano estratégico para o setor. “Sempre questionamos o que poderia ser feito para nos prepararmos para a concorrência internacional, que vem com muita força, principalmente pelos baixos preços. Com essas informações técnicas, temos um norte que nos orientará pelos próximos anos”, avaliou Surek.
Para a empresária Luciana Bechara, da Be Little Confecção Infantil, o posicionamento do Paraná em relação ao Brasil e ao mercado internacional revelado pela pesquisa mostrou com exatidão o que precisa ser feito, aproveitando os pontos fortes e trabalhando para compensar as deficiências do setor no estado. “Este é um momento que exige uma ruptura. Não temos escolha. Precisamos pensar nesse setor de forma diferente, com investimento em inovação, design e moda, para conseguirmos competir com o preço baixo”, avaliou.

PARANÁ EM NÚMEROS

O Paraná é o quinto maior produtor do setor de vestuário do Brasil, em volume. Nesse segmento, destacam-se também São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2012, houve um aumento de 17,3% no número de empresas de vestuário em atividade (com no mínimo cinco empregados). No estado, 90% das empresas do setor são pequenas ou micro. A produção em 2012 chegou a 541,6 milhões de peças, 8,8% da produção nacional. A linha casual é responsável por 22,5% da produção paranaense, seguida por jeanswear (19%) e promocional (15,4%). Cerca de 80% das peças são confeccionadas pelas próprias empresas, com apenas 20% de terceirização.

Fonte: http://www.costuraperfeita.com.br/edicao/24/materia/panorama.html

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Moda masculina: saiba o que usar para disfarçar seu corpo

Homens, aprendam a esconder o que vocês não gostam no seu corpo se vestindo do jeito certo.

Todo mundo tem alguma coisa que gostaria de mudar no corpo e, por mais que a pessoa pareça satisfeita, ela nunca está 100%. Por este motivo o jeito de se vestir ganhou tanta importância e faz com que as pessoas cheguem a um consenso quando o assunto é disfarçar através da roupa. 

Se você possui ombros estreitos uma boa saída é usar uma camisa por cima da camiseta fina e, em dias mais frescos, a melhor opção é uma jaqueta aberta ou um suéter com listras horizontais ou com estampas que cheguem até as mangas. 

Se o seu tronco é curto e suas pernas longas a solução é optar por usar camisetas, camisas e casacos um pouco mais longos, com alguns centímetros abaixo da cintura. Para melhorar essa proporção é preciso que a parte de baixo também esteja nos conformes. Neste caso, nada de calças largas ou muito claras. Invista nas justas e escuras para combinar com suas novas peças. 

Para aqueles que têm tronco longo e pernas curtas e se sentem a formiga atômica a melhor opção é investir em calças que possuem cintura alta e bolsos pequenos. Você também pode optar por casacos esportes mais encurtados, valendo o mesmo para paletós. 

Se você tiver rosto estreito e quiser investir em um acessório bacana como óculos, por exemplo, vale a pena investir em lentes maiores e armações mais finas, mas com um detalhe a mais do lado dos olhos, que separe a haste da lateral do rosto. Em outras palavras, um wayfarer. 

Se a sua cintura larga e quiser corrigir isso, a estratégia clássica é aumentar os ombros. Mas a parte de baixo também é importante. Busque usar calças com tecidos mais rígidos e com apenas um botão para evitar deformações.

Fonte: guiacampos.com

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

PANTONE APOSTA EM CORES INESPERADAS PARA O INVERNO 2015

A Pantone aproveitou o início da temporada de inverno 2015 com a Semana de Moda de Nova York, para divulgar as suas apostas em cores para a estação. No lugar dos tradicionais tons invernais, a empresa investe em dez opções mais inesperadas.

“O tema da vez é que a cor transcende o tempo e o lugar. Ela leva você a uma direção completamente diferente por meio da arte, de viagens, de paisagens ou mesmo pelo design retrô. Esta temporada tem tudo a ver com criatividade, imaginação e astúcia. Os designers não estão dizendo: ‘É inverno, nós temos que ter laranja, ou isto, ou aquilo”, disse Leatrice Eiseman, diretora executiva da Pantone, ao WWD. “Os estilistas estão tentando estabelecer guarda-roupas que tenham mais sagacidade. Eles entendem que, ao contrário de antes, os clientes querem se divertir um pouco com suas roupas. Então, não sejamos tão sérios.”
colors
Fonte: http://elle.abril.com.br/


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Infográfico Shutterstock: tendências globais de design 2014

Uma das tradições anuais favoritas da Shutterstock é, com certeza, compartilhar seus dados de tendências de design, por isso, para o nosso terceiro infográfico, utilizamos dados de 350 milhões de downloads para explorar as tendências recentes e emergentes de todo o mundo.


Tendências globais
Algumas coisas são tendências globais, não importa onde você esteja.
E elas estão impactando o mundo universalmente.


Tendências locais

Padrões florais prevalecem no Japão; já os franceses preferem as coisas em "preto e branco". Nós reviramos nossos números globais para descobrir o que inspira designers em diferentes países ao redor do mundo.





Pesquisas em ascensão 

Do glamour dos anos 20 ao surgimento da impressão 3D, esses termos foram os mais populares em nossas buscas no ano passado - um reflexo das histórias visuais que influenciam o design. 

Tendências tipográficas

Uma imagem pode valer mais do que mil palavras, mas nada como uma fonte maravilhosa para deixar qualquer um apaixonado. Estilos tipográficos estão entre os favoritos e ajudam a compartilhar nosso amor por palavras.



Tendências sociais

As imagens que são compartilhadas em canais de mídia social representam o que é popular no mundo dos negócios e da comunicação visual. Temos visto uma série de tendências em desenvolvimento nesta área, todas espelhadas no design atual e na nossa biblioteca de imagens.





Fonte: